Patrões cancelam Mesa Redonda no MTE

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Representantes sindicais da categoria revoltam-se ao saber da ausência do sindicato patronal

Marcada para o dia 22 de fevereiro, às 10:00, no Ministério do Trabalho e Emprego – MTE a mesa redonda que tinha por objetivo fazer avançar as negociações entre trabalhadores e empresários, foi cancelada a pedido do Sindicato patronal. O Sindicato patronal, representante das empresas de segurança, alega que já entrou com ação na Justiça do Trabalho pedindo a instalação do dissídio coletivo e que já obteve liminar contra uma possível greve da categoria. O Sindicato Patronal informou na ação que a categoria está em greve desde o dia 1º de fevereiro.

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Sindicatos reunidos em busca de solução para os 30%

A equipe do Sindicato dos Vigilantes de Volta Redonda e Região Sul Fluminense estará indo ao Rio de Janeiro no dia 22 de fevereiro, a fim de se reunir com os representantes de todos os sindicatos de vigilantes do Estado do Rio, na busca de uma solução imediata para a liberação dos 30% de periculosidade.

Desde o início do ano, de Norte a Sul do estado, passando pela Baixada Fluminense, Região Serrana e Niterói, os sindicatos tem promovido reuniões e manifestações em suas bases territoriais pelo cumprimento da Lei 12.740/12 que concede 30% de adicional de periculosidade aos trabalhadores da segurança privada, o adicional que os vigilantes têm direito, mas os patrões vêm protelando o pagamento, alegando que a lei precisa ser regulamentada. A lei foi sancionada pela presidente Dilma em dezembro.

30% de periculosidade para Carro Forte e Patrimonial já!!!

Ministro Brizola Neto e Fernando Bandeira do Sindicato dos Vigilantes

A Federação dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro, representada pelo presidente Fernando Bandeira, reuniu-se com o Ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, no dia 14 de janeiro, reivindicando a regulamentação da lei nº 12.740/12 que trata dos 30% do Adicional de Periculosidade para os vigilantes. A lei foi sancionada pela presidente Dilma, em dezembro de 2012.

Foi esclarecido ao Ministro que a categoria dos vigilantes, abrangidos pela lei 7.102/83, está disposta a mobilização e greves para exigir que a lei seja cumprida pelas empresas, tanto do segmento patrimonial quanto do transporte de valores.

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Vigilantes protestam pelos 30% de periculosidade no Centro do Rio

Manifestação de vigilantes no Centro do Rio

Os vigilantes e profissionais de segurança do Rio realizaram manifestação dia 1º de fevereiro, no Centro do Rio de Janeiro, pelo cumprimento da Lei 12.740/12 que concede 30% de adicional de periculosidade aos trabalhadores da segurança privada. A lei foi sancionada pela presidente Dilma em dezembro. O ato fez parte do Dia Nacional de Lutas, ocorrido nas principais capitais do país, pelo cumprimento do adicional que os vigilantes têm direito, mas os patrões vêm protelando o pagamento, alegando que a lei precisa ser regulamentada. De Norte a Sul do estado, passando pela Baixada Fluminense, Região Serrana e Niterói, os sindicatos promoveram manifestações em suas bases territoriais.

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Dilma sanciona lei dos 30% de periculosidade dos vigilantes

Uma das maiores lutas travadas pela categoria dos vigilantes em prol dos direitos trabalhistas chegou ao fim. A presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.740/12, que altera o artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.  A partir de agora será instituído o risco de vida, um adicional de 30% sobre o salário dos vigilantes por periculosidade, em virtude da exposição da categoria a roubos ou outras espécies de violência física. O Ato foi publicado no Diário Oficial da União de 10 de dezembro de 2012.

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Sindicato e Federação defendem 30% de periculosidade sem perícia

A Lei 12.740 que altera o artigo 193 da CLT, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no início de dezembro passado, concedendo 30% de adicional de periculosidade aos vigilantes de todo o país – em função do exercício de atividade profissional – foi enviada ao Ministério do Trabalho para ser regulamentada. A Federação dos Vigilantes do Rio está atuando junto ao Ministério do Trabalho para que a regulamentação da lei seja publicada o quanto antes.

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